segunda-feira, 11 de maio de 2015

A HISTÓRIA DA CIGANA YASMIN.


Um grupo de ciganos chegou ao Chipre, a pérola do Mediterrâneo. Conta uma lenda antiga que Vênus, a deusa da beleza e do amor, nasceu das águas espumejastes de Chipre.


Não é difícil compreender por que os antigos acreditavam na fabula; a ilha, fulgurante de luz e de cores, circundada por um mar límpido e azul, é realmente um lugar encantador; E esse lugar tão lindo foi testemunha de um acontecimento com a cigana Yasmim.
O grupo Natasha estava acampado em Limassol, quando as moças do grupo foram para a “água grande” (a praia) para se banhar e se divertir. Em dado momento, a cigana Nazira veio correndo e gritando desesperadamente:
- A água grande levou a cigana Yasmim!
Correram todos do grupo para a água grande, para socorrer a cigana, mas nada viram: o mar havia tragado seu corpo.
Então, o Kaku revelou a todos que a cigana havia morrido. O grupo todo se ajoelhou e começou a rezar. Permaneceram ali para esperar que a água grande devolvesse o corpo da cigana.
Passaram-se vinte e um dias e nada aconteceu. Quando se completaram vinte e três dias, á noite, a Lua cheia surgiu e clareou toda a ilha.
O cigano Vlaz, que era o pai de Yasmim, foi para a areia e começou a rezar de olhos fechados.
Em dado momento, abriu os olhos e avistou um peixe grande que, pulando, veio em sua direção.
Ele ficou paralisado com o que via
A cigana Yasmim sai das águas e se dirigia a ele, dizendo:
_ Pai, não fique triste. Eu não sou mais da terra, e sim das água grande;
Não fique esperando meu corpo, porque ele foi engolido pelo peixe grande.
Estou feliz e daqui protegerei todo o grupo Natasha
Peça a Kaku que levante o acampamento e eu irei levá-los para um lugar que tenha mais terra; e que nunca mais o grupo Natasha acampe num lugar cercado de água grande (em ilha).
Yasmim deu ao pai uma concha grande e pediu que a entregasse ao Kaku como prova de tudo o que ela dissera; e, voltando para a água grande, desapareceu. Vlaz foi para o acampamento e revelou o acontecido ao Kaku.
Na manhã seguinte, o Kaku revelou o acontecimento para o grupo e resolveram levantar acampamento. Embora tristes, sabiam que, daquele momento em diante, a cigana Yasmim seria sua protetora na água grande.
Quando os ciganos se despediram de Chipre, o povo da localidade ofereceu para cada cigano um pão. Essa é uma tradição da ilha.
Depois, os ciganos foram embora de Chipre, viajando em cima da água grande para outros países.
È por esse motivo que o grupo Natasha tem um enorme respeito pelo mar; é por isso, também, que os membros do grupo não energizam pedras em águas salgadas e evitam se banhar no mar.
No dia 02 de fevereiro, o grupo Natasha leva para o mar presentes para a cigana: comida, doces, frutas, perfumes, pó-de-arroz, sabonete.
Também faz um coração de flores brancas e oferece a Yasmim nas águas grandes. Todo o grupo se ajoelha na areia da praia e reza em agradecimento, pedindo proteção. Fazem isso porque essa história se passou no dia 02 de fevereiro de 1902, quando o Kaku era o cigano Romão, avô da cigana Yasmim.
Yasmim tinha pele clara, cabelos e olhos pretos.
Suas Roupas: Yasmim usava vestido longo na cor azul-celeste, com mangas bufantes que iam aos cotovelos.
Seus Adereços: Ela trazia na cabeça, em dias de festa, um diadema de pérolas.
Nas orelhas usava brincos de ouro, com águas-marinhas e pérolas.

Sua Magia

Essa Cigana fez a passagem muito jovem, mas já tinha suas cartas com os símbolos do seu clã. A fase da Lua da sua preferência era a cheia. Suas oferendas devem ser colocadas sempre em frente ao mar e, se for possível, sempre no dia dois de fevereiro: foi nesse dia que foi para o mundo espiritual, no mar, próximo a Ilha de Chipre.
Nunca devem ser colocadas velas coloridas para essa Cigana, pois ela só aceita velas azuis.
Cigana Yasmim, tu que és a princesa do mar,
Nunca permita que nos falte o peixe,
Nunca deixe de nos direcionar
Pelas grandes estradas de sal,
Que hoje chamam de mar.
Cigana Yasmin, tu que és a princesa do mar,
Faça da sua saia ondas,
Que possa nos trazer a solução dos nossos problemas,
E mais uma vez nos ajudar.
Cigana Yasmin, tu que és a princesa do mar,
Ensina-me que não é só no céu que possui estrelas,
Há muitas delas também no fundo do mar.
Que os ventos praieiros, Princesa Cigana, não só espalhe as lágrimas pelo meu rosto,
Mas que traga o Amor e a Sabedoria a meu coração,
Fonte inesgotável que o Pai-grande nos deixou
Cigana Yasmin, tu que és a princesa do mar,
Ensina-nos a ver que a vida é um grande espelho,
Que como as águas, reflete, as nossas ações.
Que cada grão de areia,
Que cada gota do oceano,
Que cada ser que nele habita,
Possam representar uma pequena parte do coração de nosso Pai-grande,
Do amor Dele por nós,
Das coisas que tenho a aprender,
E da estrada que ainda tenho que percorrer,
Na presença de seus olhos.
Salve Cigana Yasmin!

Cigano Natan




CIGANO NATAN ERA MORENO E QUEIMADO DO SOL,TINHA OLHOS E CABELOS PRETOS.
NATAN FEZ A PASSAGEM PARA O MUNDO ESPIRITUAL NO DIA 23 DE ABRIL DE 1613, EM MADRI.
ELE USAVA BLUSÃO BRANCO COM MANGAS COMPRIDAS, POR CIMA DO QUAL VESTIA COLETE COR DE CARAMELO. NA CINTURA TRAZIA UMA FAIXA BRANCA NA QUAL PRENDIA SEU PUNHAL DE OURO. SUA CALÇA TAMBÉM ERA DE COR CARAMELO.
ELE USAVA UM CHAPÉU DE COR CARAMELO, ENFEITADO COM UMA PENA BRANCA. LEVAVA NO PESCOÇO UM CORDÃO DE OURO, COM UMA PEQUENA MEDALHA ANTIGA, E UM LENÇO VERMELHO AMARRADO.
NO DEDO ANELAR DA MÃO ESQUERDA TRAZIA UMA GROSSA ALIANÇA DE OURO.
PARA REZAR, PEDIR ETC., ESTE CIGANO UTILIZAVA CRAVOS. NELES ESTAVA A FORÇA DE SUA MAGIA. NATAN COLOCAVA 3 CRAVOS NAS CORES BRANCA, VERMELHA E AMARELA, EM 3 COPOS COM ÁGUA ,NO CHÃO EM FORMA DE TRIÂNGULO ,CUJA A PONTA FICAVA VOLTADA PARA O NORTE, E FAZIA SUAS MENTALIZAÇÕES. EM SEGUIDA ELE OS OFERECIA A PESSOAS QUE PASSAVAM POR ALGUMA NECESSIDADE.
NATAN NÃO LARGAVA NUNCA O COPO DE COURO ONDE COLOCAVA SEUS DADOS. ELE ERA MUITO DESCONFIADO.

ESSE CIGANO TEM UM MISTÉRIO MUITO GRANDE COM O FOGO.

HOJE COMO ESPÍRITO AO CHEGAR NA TERRA ELE SEMPRE DIZ ESSAS PALAVRAS:

" TU LUA , QUE RENOVAS O TEMPO,

LUA NOVA QUE ATRAIS ENERGIA POSITIVA PARA UNS DIAS MELHORES,

TU ÉS O CIRCULO NO CÉU, QUE NOS DÁ FORÇA NA TERRA".

A FASE DA LUA DE SUA PREFERÊNCIA ERA A NOVA.

Cigano Ramon



Era um Cigano de meia-idade, com cabelos grisalhos e olhos pretos. Ramon foi Kaku (líder mais velho) do seu grupo e era muito respeitado por vários outros clãs. Devido a sua grande sabedoria, também é conhecido como Rei Salomão.


Suas Roupas: Ele usava blusão estampado com mangas compridas, aberto no peito, sem colete por cima. Sua calça era azul-marinho. Na cintura usava uma faixa vermelha, na qual prendia o seu punhal de ouro com cabo incrustado de rubi.


Seus Adereços: Ramon usava um lenço vermelho na cabeça amarrado para o lado direito. Na orelha esquerda ele trazia uma pequena argola de ouro; no pescoço, um cordão de ouro com uma estrela de seis pontas pendurada bem no peito; e, no dedo indicador da mão direita, um anel de ouro com uma estrela de seis pontas, tendo em cada ponta um minúsculo topázio amarelo

Sua Magia: Durante sua vida na Terra, Ramon sempre estava com seu violino, às vezes tocando, outras compondo suas músicas. As letras dessas melodias falavam sempre de experiências vividas nas longas viagens pelas estradas do mundo.

Hoje, como espírito de luz, quando chega à Terra ele pede logo seu violino, pois só sabe fazer magia cantando antes, suas melodias do passado distante, como esta:
“Noite fria fazia,
Todos no acampamento já dormiam.
Só Ramon passeava lá na beira da estrada.”

CIGANA THAYLA, E CIGANA THYALA



 (CIGANAS INDIANAS)



São Ciganas irmãs gêmeas , tendo cabelos negros, bem escuros , nariz fino, rosto fino, pele quase morena, diferente das demais pessoas dessa etnia, olhos azuis , com vestimentas indianas de cor azul, quase da cor azul da caneta bic.
Ambas são gêmeas idênticas , trabalhando juntas, apesar de cigana Thyala ser mais magra e um pouco menor de estatura , pouca coisa, em relação a sua irmã cigana Thayla.
As mesmas, trabalham em uma vibração para os negócios, em especial aqueles onde se trabalha "atrás do balcão" , comerciantes fixos, pois seu pai era um negociante Indiano dos negócios dos tecidos.
Ambas o ajudavam nos seus negócios, sendo filhas únicas, tendo sua mãe falecido logo após seu nascimento.
São ciganas de um semblante mais sério, denotam serem mulheres independentes, do tipo daquelas administradoras, porém também vibram em uma energia da área dos negócios em geral.
Ambas gostam de damasco, uma fruta de origem da china , Rússia e árabe.

Cigana Esmeralda



A cigana Esmeralda é de uma benevolência profunda, protege as pessoas que fazem trabalhos voluntários e que são voltadas para a caridade.
Sempre pronta a ajudar aqueles que são excluídos e oprimidos na sociedade.
Seus médiuns são pessoas muito especiais, que devem seguir o caminho da caridade, evitando à todo custo a ganância e a frivolidade.
Esmeralda recebeu esse nome devido à riqueza que sua gestação significou para seus pais e à sua beleza.
Trabalha com velas verdes, ervas, pedras verdes, maçãs verdes, uvas verdes, peras,  incensos, água, vinho branco e rosas brancas.

Recebe suas oferendas em bosques ou parques bem cuidados.
Sua magia é muito voltada para a saúde.

Protetora da fartura de alimentos, é feiticeira de comida, das que fazem feitiços que são comidos, para vários tipos de objetivos.
Esmeralda é natural de Évora, em Portugal.
Viajou por toda Europa, aprendendo pratos e aperfeiçoando suas magias.
As magias de Esmeralda são douradouras e quando chega geralmente tem banquetes, por sua vez é ela mesma quem faz.
É eximia usuaria de tachos (panelas de cobre) e facas, com as quais destricha, corta e cozinha.
Para ela é indisponivel a colher de pau e a faca aflatada com bainha, que carrega em sua bolsa para caso de necessidade.
É festeira, risonha, matrona, mandona e não aceita NÃO como resposta. Grande doceira da magia cigana, é perigosa e deve ser tratada com muito amor e cuidado.

MAGIA DE CIGANA ESMERALDA PARA PROSPERIDADE E FARTURA


Faça um Pote para que não falta nada em sua casa.
Uma bomboneira pequena e coloque dentro um pouco de cada deste grão e sementes.
Ervilha, lentilha, Arroz com casca, Amendoim, Grão-de-bico e trigo em grão.
Coloque por cima três moedas atuais, com o valor variado para cima, e um quartzo-citrino no meio delas.
Deixe energizando por três dias na luz da Lua Crescente, e peça aos grãos que apresentem sua força magica, para que nada lhe falte ao seu lar.
Ponha em um móvel em lugar alto, como se fosse um bebelô.
Assim fazendo esteja certo (a) de que nunca faltarão alimentos no seu lar.

Cigana Damira



Conta a tradição que, certa vez, uma cigana sentada em uma grande almofada colorida, no interior de sua tenda, quando em sua frente formou-se um clarão azul-celeste.
Deste clarão, surgiu a imagem de uma linda mulher, sem características de cigana, mas parecendo uma daquelas deusas da mitologia grega.
A mulher usava uma longa túnica e um véu que cobria seu nariz e sua boca, deixando descoberto somente seus grandes olhos negros.

A linda mulher começou a falar com a cigana, usando um dialeto que ela desconhecia, mas que sua mente captava e transformava em uma mensagem:
“A partir de agora, cigana, você usará pedras em suas magias. Bem perto daqui, existe uma gruta repleta de pedras. Vá até lá e apanhe muitas pedras coloridas”.
Em seguida, o clarão se desfez, levando consigo a imagem da mulher.
A cigana ficou muito assustada com tudo que acontecera, principalmente porque pedras não faziam parte dos rituais de seu povo.
Levantou-se e foi caminhar pelos montes, onde existia uma cachoeira.
De repente, observou que havia uma grande abertura nas rochas da cachoeira, e lembrou da mensagem que ouvira.
Caminhou até a rocha, passou pela grande abertura e avistou uma gruta com muitas pedras, todas cheias de pontas e das mais variadas cores.
Até parecia que um arco-íris estava ali, dentro da gruta.
A cigana voltou ao acampamento, apanhou uma candeia para clarear a gruta, que era um pouco escura, e uma ferramenta com que pudesse bater nas pedras e quebrá-las em pequenos pedaços; e foi para a gruta na cachoeira.
Algum tempo mais tarde, saiu da gruta e voltou para o acampamento levando muitas pedras pontiagudas de várias cores; espalhou-as no tapete de sua tenda e começou a admirá-las.
As pedras transmitiam uma luz e uma força que a cigana desconhecia.
Nesse momento, apareceu o mesmo clarão com a imagem da linda mulher, e a mente da cigana captou uma nova mensagem:

“Essa será sua nova magia. A magia das pedras e dos cristais. Eu lhe darei a força da Atlântida e você será a primeira mensageira dos cristais do planeta Terra. Com os cristais, você e seu povo farão mentalizações para todas finalidades: curar doenças, atrair sorte e prosperidade no amor e nos negócios, afastar negatividade e muito mais.”
Em seguida o clarão azul e a linda mulher desapareceram.

Ciganos Mirins: quem são?

Confesso que jamais havia ouvido falar da terminologia correspondente ao título deste post. Tempos atrás ouvi um programa cigano numa rádio umbandista (Toques de Aruanda) e ouvi esta nomenclatura. Talvez todos aqui estejam se perguntando, mas sim, os ciganinhos e as ciganinhas existem.
Como quase todas as linhas de trabalho, a linha dos ciganos é também composta por seus mirins, essenciais para o trabalho. Os ciganos mirins, no entanto, formam uma linha pouquíssima conhecida, fazendo a intersecção entre a linha das crianças e a linha dos ciganos. Diferentemente dos erês, os ciganinhos não brincam muito, mantendo uma postura de maior seriedade. Eles gostam mesmo é de dançar. 
Quando em terra, se divertem dançando, dando passes e realizando a tarefa principal desta linha: a cura e o equilíbrio. São exímios curadores, trazendo aprendizados milenares de magia, leitura de mãos (ciganinhas), cura, em especial física, e reequilíbrio geral. Podem descer tanto junto a egrégora cigana como junto a ibejada. Eis aí um dos motivos pelo qual não são percebidos.
Pela calma que passam, não demoram para serem confundidos com ciganos normais. Se assim ocorrer, os mirins tratam de aceitar as denominações, não fugindo dos ensinamentos da casa. Desta forma, dão normalmente apenas o primeiro nome que trazem, não se identificando como mirins. Porém, por terem alguns comportamentos infantis quando descem, podem ser aderidos aos erês, formando o que seria uma ibejada do oriente cigano, ou seja, se alguém os aceitar como crianças, eles passam a trabalhar e atuar como crianças. O que querem é trabalhar, seja de qualquer forma.
Estão sempre abertos a trabalhar e a se mostrar. Sempre que aceitos, com carinho, eles se apresentam como são com todo o seu amor e sua inocência. As meninas gostam de tiaras e pulseiras, os meninos, de arquétipos próprios de suas raízes ciganas.
Os nomes que dão, assim como com as demais meninadas, é o diminutivo de nomes adultos, exemplo:
Cigana Esmeralda - Esmeraldinha
Cigano Rodrigo - Rodriguinho
Cigano Pablo - Pablinho (Pablito) 
A forma com que o nome vem pode variar de entidade a entidade. Algumas se apresentarão com nomes espanhóis no diminutivo, outras, com nomes realmente em português. Ao que tudo indica, os nomes indicam, como nos mirins de esquerda, a linha de ciganos adultos que trabalham. Lembramos sempre que não é simplesmente pelo fato de o médium trabalhar com o cigano Wladimir, que o seu ciganinho será "Wladimirzinho".
Suas oferendas podem ser entregues nos jardins ou em locais específicos. Normalmente são recheadas de frutas carregando alguns doces e tem-se o costume de, após o processo, doar as guloseimas e tudo mais que for comestível usados no trabalho a crianças que vivem em situação de miséria, lembrando a fama cigana de povo nômade.
Sabemos ainda muito pouco sobre eles, no entanto, podemos aprender ainda mais, basta aceitá-los como trabalhadores. O trabalho espiritual é rico demais e nele todos são aceitos. Aceitemos e desfrutemos dos benefícios que a espiritualidade nos traz.
Referências: Vídeo - Ciganos Mirins - http://www.youtube.com/watch?v=qmcMml0E_Wo